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Líder do PSOL destaca realização do III Congresso Nacional do partido PDF Imprimir E-mail
Qui, 01 de Dezembro de 2011 17:48
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O deputado Chico Alencar, líder do PSOL na Câmara, destacou em discurso no plenário, na quarta-feira 30, a realização do III Congresso Nacional do Partido Socialismo e Liberdade que acontece no próximo final de semana (2, 3 e 4 de dezembro) em São Paulo (SP).

Antes, ele lamentou a paralisia do Parlamento, que se encontra inviabilizado, “do ponto de vista da atuação e da legislação, em função das injunções políticas”. O deputado se refere à “ordem” do governo de não votar medidas provisórias na Câmara para não impossibilitar no Senado a votação da PEC da Desvinculação das Receitas da União.

Leia o discurso do líder do PSOL.
“Sra. Presidente, a propósito, nesse fim de semana, o nosso PSOL, um pequeno partido com vocação de grandeza, um novo partido contra a velha política, realiza o seu III Congresso Nacional, com 330 delegados saídos de debates locais, estaduais, que envolveram mais de 13 mil militantes.
Nós tentamos crescer com critério, não assumindo inchaço de filiações para que oportunistas de toda espécie possam tomar conta do partido com vistas a mandatos e falcatruas. Nós tentamos resistir a essa degradação da cultura política no Brasil — muito ameaçadora. Portanto, continuamos um partido pequeno, mas, ainda sim, o número de filiados no último ano foi dos maiores. Claro, em relação a nossa dimensão, de apenas 50 mil filiados, esse crescimento em números absolutos não é tão grande, mas mais de 30% em relação ao nosso número de filiados de antes.
Queremos filiados conscientes, ativos, participativos, e este Congresso vai discutir isso, a conjuntura planetária. Ele será precedido por um grande e importante encontro, um seminário internacional, com participação de cientistas políticos e Parlamentares da França, Inglaterra, Irlanda, Espanha, Portugal, Egito, Palestina e dos nossos irmãos latino-americanos: Venezuela, Colômbia, Equador, Chile, Argentina, Uruguai e Paraguai.
Portanto, um encontro bastante alentador para quem quer recuperar a dimensão da política como busca de uma sociedade que só será pacífica se tiver justiça, igualdade e democracia.

Aliás, democracia que alguns que se dizem militantes do PT em Ceilândia não aceitam.
No sábado passado, nossos militantes estavam lá com um manifesto, um panfleto, uma nota para entregar à população com críticas ao Governo Agnelo, que repete uma saga terrível que vinha com Arruda e, antes, com Roriz, e, pasmem, supostos militantes do PT não só gritavam contra essa manifestação legítima e democrática como agarraram alguns de nossos militantes e roubaram os panfletos.
Aí é demais! Tenho certeza que os petistas autênticos da sua direção, como tantos que vejo aqui neste plenário, Parlamentares, não aceitam essa prática que se assemelha as de hordas fascistas.
Fica o protesto e a reclamação.”

 

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